Para os seres falantes, o sexual não é pré-determinado pelo instinto. A linguagem nos desnatura de tal forma que a posição ante o sexo não é algo já dado para os membros da espécie. Isso não significa que as identidades sexuais sejam construídas de forma autônoma, a partir de traços provenientes da cultura, como quer a nova doxa do meio acadêmico.
Mas, para a psicanálise, como se constituem os seres sexuados, em particular o Masculino? Freud buscou a resposta a partir das identificações ao casal parental. Lacan ampliou essa teorização, frisando o caráter simbólico do falo e culminando na concepção das diferentes posições de gozo.
Paula Salomão Brock convidou psicanalistas brasileiros e estrangeiros para refletirem sobre o Masculino, na sua vertente estrutural, a sexuação, e nas vicissitudes da sexualidade, sempre sustentados na clínica psicanalítica.



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